«De vez em quando aparecia um bocado da serra, com a
sua muralha de ameias correndo sobre as penedias, ou via-se o castelo da
Pena, solitário, lá no alto. E por toda a parte o luminoso ar de abril punha a
doçura do seu veludo.»
sua muralha de ameias correndo sobre as penedias, ou via-se o castelo da
Pena, solitário, lá no alto. E por toda a parte o luminoso ar de abril punha a
doçura do seu veludo.»
("Os Maias", Eça de Queirós)
